Ninguém nunca leva essa coisa de escrever “bio” a sério. O legal é sempre fazer uma piadinha, essas coisas. Mas eu vou falar de mim mesmo!
Sou Filipe, nasci em 1990, hoje (00h48 do dia 17 de Março de 2012) tenho 21 anos. Filho de pais separados, desde os 6 anos, moro com Mãe e Padrasto. Tenho dois irmãos nessa união, ambos filhos do meu padrasto. Do outro lado, tenho um Pai e uma Madrasta, que não possuem filhos. De um lado tenho dois irmãos mais novos, de outro, sou filho único.
Estudo Publicidade e Propaganda, estou quase me formando. Sou um romântico assumido, me apego fácil às pessoas, sou cativado com circunstâncias tolas, sou conquistado por acaso.
Gosto de música pop, de festa, de festa em família, gosto de ver gente reunida, de sentir que não estou sozinho. Sou sensível, bem-humorado, leve, tenho um bom coração.
Sempre estou correndo atrás de alguém que não está nem aí (Chain Of Fools), e nunca soube escolher as prioridades com sensatez!
Freud, se ainda vivo, explicaria a paixão que eu tenho pelo impossível, pelo caminho e pelas minhas aventuras até meu costumeiro fracasso, já tão familiar que se tornou rotina.
Tenho sempre a mania de ver as coisas do lado negativo, quando estou correndo atrás de algo que eu quero. Além de uma sensação de estar sempre sendo inconveniente, o que gera uma timidez extrema, e me torna uma pessoa insegura e denigre minha auto-estima.
Ainda tenho muito o que amadurecer, e estou ciente disso. Às vezes penso que a vida não é justa, e penso que não é justo a vida não ser justa (conversa longa, deixa pra lá). E há quem diga que eu tenho poucos problemas, relacionado a quem tem problemas de verdade.
Mas eu não gosto de comparações. Somos únicos, não devemos ser comparados pra saber quem sofre mais. Temos que saber quando realmente as coisas estão boas ou ruins para nós, e fazer o que pudermos para tornar tudo agradável. Mas é complicada essa coisa de motivação. Tudo é questão de tempo, mas eu sempre penso que mesmo correndo, não vou chegar a tempo.
Sempre que acordo inspirado, a circunstância x ou y me traz um cataclisma emocional devastador, destruindo toda e qualquer esperança que eu tinha de tocar as coisas pra frente.
E como eu vivo? Eu vivo com fones de ouvido em seus devidos lugares, meu coquetel quase diário de auto-estima genérica. É o que me faz ser tudo o que escrevi e vou escrever aqui. São coisas que a princípio não fazem sentido, pois como disse, são genéricas, cada um interpreta como quiser. E a cada nova interpretação que eu tenho sobre algo que ouço, canto, ou vejo… Uma parte da minha vida ganha luz, espaço e encaixe.
Mas o quebra-cabeças é grande. Quão grande? Muito grande que não sei se vou terminar a tempo. Voltamos à questão de motivos para acordar no outro dia. A questão é essa. De onde vêm tantos motivos? Vamos descobrir juntos, eu, e… (mais uma coisa pra descobrir, eu e quem?)