Filipe Carvalho

    • 0
      23 Apr 2012

      Tão ruim ter que cair na real!

      • Edit
      • Delete
      • Tags
      • Autopost
      Ahhh é. Eu e os mundos de ilusões que crio pra mim mesmo. mas dói muito quando coloco o pé de volta no chão, isso meio que acontece como um tombo, um tombo na autoestima, que despenca. Como de costume, uma série de espisódios cronologicamente consecutivos contribuindo pra isso. E eu também contribuo, apesar de não querer, mas incapaz de evitar.
      Por enquanto eu chego à conclusão de que tudo o que eu posso fazer é esperar. Mas até lá... Estado emocional confuso.
      Fisicamente e mentalmente chateado e angustiado. Meu corpo e minhas atitudes respondendo pela minha situação emocional, isso é triste.
      5h51am Seg 23 Abr 2012
      • views
      • Tweet
    • 0
      14 Apr 2012

      O que eu vou tuitar??

      • Edit
      • Delete
      • Tags
      • Autopost

      Antes eu era um usuário super frenético do twitter. Desde o início do segundo semestre de 2008, quando a conta "@filipecarvalho" ainda era de minha propriedade, eu não parei de tuitar até então.

      Mas não estou vendo um propósito nesta rede social, que está se tornando uma rede antissocial: formando círculos fechados (panelinhas), intrigas, indiretas, monólogos chatos, e a banalização da informação da timeline.

      É um post aleatório, na maioria das vezes, serve pra stalkers lerem e fazerem uma triagem das nossas interações. Mas se a informação do twitter se resume em 140 caracteres, e o arquivamento de tweets antigos não é possível, qual é o propósito do twitter, se eu não vou poder ter acesso aos meus posts mais antigos - como por exemplo, meus primeiros posts?

      Eu gosto muito de tuitar, não sei porque cheguei nessa situação confusa de não ver propósito algum nessa atividade. Pode sim estar relacionado à coisas especificamente minhas, como por exemplo a faculdade, a situação emocional, algumas mudanças de temperamento, amadurecimento...

      Não usta entrar pra dar um oi, mas dar um oi pra quem? Enfim, é bastante complicado! Sem um controle de feedback fica difícil! Mas vamos lá, são 5h da manhã e preciso me deitar.

      Por enquanto é só isso.

      • views
      • Tweet
    • 0
      11 Apr 2012

      Na época que o Twitter era novidade...

      • Edit
      • Delete
      • Tags
      • Autopost

      0911725

      http://twitterbrazilians.blogspot.com.br/2009/04/folha-de-sao-paulo-entrevista-tuiteiros.html

      http://blogdofolhateen.folha.blog.uol.com.br/arch2009-04-26_2009-05-02.html#2009_04-27_19_00_46-137010138-0

      http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u556698.shtml

      Folha

      • views
      • Tweet
    • 0
      17 Mar 2012

      Bio

      • Edit
      • Delete
      • Tags
      • Autopost

      Ninguém nunca leva essa coisa de escrever “bio” a sério. O legal é sempre fazer uma piadinha, essas coisas. Mas eu vou falar de mim mesmo!

      Sou Filipe, nasci em 1990, hoje (00h48 do dia 17 de Março de 2012) tenho 21 anos. Filho de pais separados, desde os 6 anos, moro com Mãe e Padrasto. Tenho dois irmãos nessa união, ambos filhos do meu padrasto. Do outro lado, tenho um Pai e uma Madrasta, que não possuem filhos. De um lado tenho dois irmãos mais novos, de outro, sou filho único.

      Estudo Publicidade e Propaganda, estou quase me formando. Sou um romântico assumido, me apego fácil às pessoas, sou cativado com circunstâncias tolas, sou conquistado por acaso.

      Gosto de música pop, de festa, de festa em família, gosto de ver gente reunida, de sentir que não estou sozinho. Sou sensível, bem-humorado, leve, tenho um bom coração.

      Sempre estou correndo atrás de alguém que não está nem aí (Chain Of Fools), e nunca soube escolher as prioridades com sensatez!

      Freud, se ainda vivo, explicaria a paixão que eu tenho pelo impossível, pelo caminho e pelas minhas aventuras até meu costumeiro fracasso, já tão familiar que se tornou rotina.

      Tenho sempre a mania de ver as coisas do lado negativo, quando estou correndo atrás de algo que eu quero. Além de uma sensação de estar sempre sendo inconveniente, o que gera uma timidez extrema, e me torna uma pessoa insegura e denigre minha auto-estima.

      Ainda tenho muito o que amadurecer, e estou ciente disso. Às vezes penso que a vida não é justa, e penso que não é justo a vida não ser justa (conversa longa, deixa pra lá). E há quem diga que eu tenho poucos problemas, relacionado a quem tem problemas de verdade.

      Mas eu não gosto de comparações. Somos únicos, não devemos ser comparados pra saber quem sofre mais. Temos que saber quando realmente as coisas estão boas ou ruins para nós, e fazer o que pudermos para tornar tudo agradável. Mas é complicada essa coisa de motivação. Tudo é questão de tempo, mas eu sempre penso que mesmo correndo, não vou chegar a tempo.

      Sempre que acordo inspirado, a circunstância x ou y me traz um cataclisma emocional devastador, destruindo toda e qualquer esperança que eu tinha de tocar as coisas pra frente.

      E como eu vivo? Eu vivo com fones de ouvido em seus devidos lugares, meu coquetel quase diário de auto-estima genérica. É o que me faz ser tudo o que escrevi e vou escrever aqui. São coisas que a princípio não fazem sentido, pois como disse, são genéricas, cada um interpreta como quiser. E a cada nova interpretação que eu tenho sobre algo que ouço, canto, ou vejo… Uma parte da minha vida ganha luz, espaço e encaixe.

      Mas o quebra-cabeças é grande. Quão grande? Muito grande que não sei se vou terminar a tempo. Voltamos à questão de motivos para acordar no outro dia. A questão é essa. De onde vêm tantos motivos? Vamos descobrir juntos, eu, e… (mais uma coisa pra descobrir, eu e quem?)

      • views
      • Tweet
    • 0
      24 Feb 2012

      Foi carnaval!

      • Edit
      • Delete
      • Tags
      • Autopost

      012
      Não lembro exatamente a ordem de tudo, só lembro que começamos o pré-carnaval com o show da Susanne no Lapa Irish Pub, depois com o Bloco da Preta na Avenida Rio Branco!

      E no decorrer da semana, fomos uns três dias em Ipanema, e fechamos a quarta de cinzas com o melhor bloco de todos - o Batuque Das Meninas! Repertório muito massa, sem contar as vocalistas sensacionais (palavrinha nada clichê, né?).

      Vale destacar também que fechei o carnaval com o saldo zero (êe), o que significa que não "peguei" ninguém, não beijei na boca, nem nada. Se isso é bom... Eu acho que sim! Afinal, curti muito o carnaval, mesmo sem pegação.

      O que me faz pensar em certas coisas, o que me impede de dormir e me faz vir aqui no Posterous escrever essas coisas às quase 4 da manhã!

      Peguei uma gripe, estou com muito catarro no peito, e parece que Vanessa (e mais um amigo) também! Virose de carnaval?? Tomara que passe e dê tempo de ir a algum bloco de final de carnaval este final de semana!

      :-)

      • views
      • Tweet
    • 0
      2 Feb 2012

      Após anos, essa música ainda me é impactante!

      • Edit
      • Delete
      • Tags
      • Autopost

      Scared of Lonely - Beyoncé <3

      Demais pra mim! Me pego viajando sempre que ouço essa música!

      • views
      • Tweet
    • 0
      1 Feb 2012

      O drama do amor urgente

      • Edit
      • Delete
      • Tags
      • Autopost

      Todos estão a procura de alguém, todos queremos amor, como já diz Rihanna em uma de suas músicas. Mas não podemos tornar essa busca algo urgente em nossas vidas. Não podemos fazer planos e enviar currículos.

      O amor é a única coisa imagniária que podemos de fato tirar conclusões concretas e que façam sentido, ao contrário das religiosidades. Porque? Porque o amor se apresenta à nós, nós sabemos quando é amor.

      Em diversas aplicações que conectam as pessoas umas as outras, seja na internet, no celular, ou até mesmo agências, sempre é o mesmo tabu: preencher uma tabela de atributos, etiquetar, categorizar, separar e fazer triagens de compatibilidade.

      A que ponto chegamos! Confiamos em técnicas mecânicas de encontrar o amor das nossas vidas. Praticamente escrevemos um currículo e enviamos ao além. Compartilhamos nossas experiências pessoais, profissionais, fotos das viagens ao redor do mundo.

      Pode existir o ser que conquistou o mundo, mas esse é um argumento válido pra se conquistar alguém? As neuroses dos grandes contadores de resenhas que querem nos cativar, não vão trazer a eles o que estão procurando.

      O amor não conquista ninguém com passado, o amor se constrói quando dois presentes se juntam, e formam um novo destino, uma nova realidade. O amor não se faz de passado, mas o amor ajuda a construir belos passados.

      São exatamente essas novas realidades que podem também por um relacionamento em crise. Outra palavra-chave: crise. Fazendo um trabalho de marketing sobre a Nestlé, aprendi que a palavra crise é melhor encarada se denominada como "nova realidade" a qual temos que nos adaptar. Essa conclusão é sensacional! Aprendi com Ivan Zurita.

      Então por mais que nós estejamos preparados para o que vier, não há como prever as circunstâncias do momento em que dois corações serão um só. E ama mais quem se adapta melhor à essas novas realidades que temos que enfrentar, seja para encontrar um novo amor, ou para manter quem já amamos.

      Perdão, compreensão, versatilidade, flexibilidade, e principalmente, deixar o orgulho de lado. Quantas vezes nós não ficamos fazendo o famoso "cu doce", ao invés de deixar o orgulho de lado e falar "oi" com a pessoa que tanto temos vontade de conversar?

      Uma determinada situação me inspirou a escrever esse post :-)

      • views
      • Tweet
    • 1
      27 Jan 2012

      Mts

      • Edit
      • Delete
      • Tags
      • Autopost

      Como a gente abre mão de alguém que a gente ama? Primeiro queria saber se era amor mesmo. Afinal, eu sempre tive atração pelo que é difícil, pelo que é quase impossível. Sempre corri atrás dessas coisas, dessas pessoas!

      O ano de 2011 parecia vazio, até que M. chegou em minha vida, de repente, inesperadamente. Namoramos, tivemos um péssimo namoro, por sinal. Trocávamos palavras de amor, que, naqueles momentos, pareciam sinceras. Mas M. parecia estar apenas suprindo sua curiosidade de experimentar algo novo, apesar de achar errado, apesar de se condenar por isso. E eu parecia apenas estar feliz por não estar sozinho.

      Mas no fundo, e depois de tudo terminar, eu comecei a pensar que sim, eu estava sozinho. M. só precisou de dois dias pra perder o encanto que tinha por mim, que nem sei se tinha mesmo. No amor, não é assim que acontece. Quando estamos amando, não existem regras, nem nada que possa nos impedir de correr atrás do que queremos.

      Se eu proibi que me mandasse mensagens, que desobedecesse. Se eu disse que não queria mais falar com você, que insistisse, até onde pudesse. Mas é um idiota! Mas foi um idiota! E me dizia coisas horríveis. Já me disse uma vez que se irritava muito com o fato de estar namorando um menino - e me disse o quão intensa era essa irritação.

      Como iríamos manter um vínculo de amor baseado na destruição dos valores de ambos? Ele, religioso, eu, possessivo e impaciente. Mas parece que o fim não o tirou do pecado. Pressuponho que M., ao encontrar uma brecha para terminar tudo, se viu livre para experiências diferentes, com outras pessoas.

      Inclusive, mesmo quando estávamos juntos, ele continuava a conhecer pessoas novas, com sua "inocência", fazendo novos "amigos". Essa história tem suas devidas aspas, muitas. Mas o chato é que até hoje isso me assombra. A idéia de não ter sido verdadeiramente amado. E eu queria tanto poder chegar e dizer, e ser sincero.

      Nós terminamos tudo, mas com muitas pendências, sem oportunidade de conversar e dizer toda a verdade. E aqui vai pergunta que faço em todo post relacionado à minha vida pessoal: estou escrevendo isso pra quem??

      Antes eu responderia que estou escrevendo para mim mesmo... Mas sempre, ao ler isso anos depois, eu discordo de mim mesmo, e penso: "como eu era idiota, como deixei isso acontecer". É sempre assim, o "eu do futuro" sentindo vergonha ou desgosto do "eu do passado" - que é agora.

      Justo, pois o tempo - e a distância, e a falta de comunicação - realmente afasta as pessoas, realmente destrói vínculos, e renova tudo. E quando há reencontros, parecem primeiros encontros. Mas não é assim que eu queria que fosse. E acredito que não será assim. Sinto que essa será uma experiência que será eternizada, como uma tatuagem. Mas porque? Hoje, sinceramente, a única resposta, o único motivo que eu tenho é o amor que ainda sinto por você.

      031

      • views
      • Tweet
    • Search

    • Tags

      • parte de mim
      • amor
      • experiências
      • reflexões
      • beyoncé
      • relatos
      • twitter
      • vídeos
    • Archive

      • 2012 (12)
        • April (6)
        • March (1)
        • February (3)
        • January (2)
    • Obox Design
  • Filipe Carvalho


    508 Views
  • Get Updates

    Subscribe via RSS
    metaweblog